Desistências registradas nos cursos oferecidos pelo Pronatec



Os cursos os quais são direcionados pelo Pronatec estão cada vez mais abrangendo expansividade em relação à efetivação de matrícula, evidenciando primordialmente aqueles que se interessam em ingressar em algum fluxo dos que foram apresentados ao público gerando efetivação de conhecimento.

Entretanto, foram comprovadas juntamente às candidaturas muitas desistências. As mesmas estão sendo concernida ao abandono de inúmeras vagas que poderiam ter sido preenchidas por indivíduos que realmente estivessem vinculados a aquisição contínua de ciência.



De acordo com as informações explicitadas pelo MEC (Ministério da Educação) dentre as oportunidades de aprendizado disponibilizadas pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego foram aproximadamente 950 mil desistências relacionadas às mais de 7,4 milhões de matrículas efetivadas. Tal fato é condizente a uma porcentagem significativa, mas mesmo sendo um número evidente não traz preocupação ao ministério.

O secretário da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) do MEC, nomeado por Aléssio Trindade de Barros, exemplifica que a porcentagem exata de desistência daqueles que iniciaram o curso, efetivaram a matrícula, mas não continuam a progressão requisitada se limita a estatística de 12,86% referente ao Pronatec. O percentual é designado por ele como uma inadequação razoável, o que não a torna preocupante apesar de visivelmente determinar uma numeração expressiva de abdicação.



A grande maioria que inferiu ao seu cotidiano o não compartilhamento de conhecimento concernente aos cursos divulgados e apresentados a eles são jovens e adultos, que estão em busca constante por emprego e talvez não tenham disponibilidade de horário para exercer a função determinada, ou seja, somente a aprendizagem sem remuneração.

O Pronatec dispõe aos alunos a categoria bolsas-formação. Porém, essa categoria beneficia apenas os estudantes que estão momentaneamente vivenciando o seguro-desemprego. Além, de provocar integralmente em seu contexto, programas federais de contenção produtiva que instituem cursos que apresentam curta duração. Os universitários da rede pública que fazem cursos técnicos, desempenham mais de 800 horas-aula.

De acordo com a opinião referenciada pelo SENAI, a saída dos estudantes que constituíam o Pronatec, implica em um percentual um pouco acima daqueles que são considerados alunos regulares, integrados imprescindivelmente a rede escolar.

Rafael Lucchesi, que ocupa o cargo de diretor geral do SENAI, anuncia que em alguns cursos se tornou indispensável à complementação básica atinente a disciplinas basais como português e matemática para aqueles que ainda não haviam cursado completamente o ensino fundamental. Afirma, que independente do MEC favorecer a aprovação, tal complementação não é destinada a todos os programas.

O Movimento de Valorização dos Trabalhadores em Educação do MEC (MOVEMET) é um dos conjuntos que mais desestima o Pronatec. O que evidenciam como decréscimo de indicativo pertencente à empresa de cursos, é o quesito monitoramento e qualidade. O grupo assegurou que o movimento implica tal comentário pelo fato dos cursos oferecidos pelo empreendimento serem de curta duração.

De acordo com informações emitidas pelo ministério, é realizada constantemente uma avaliação integral dos projetos que se referem como pedagógicos e são ofertados pelas unidades que intitulam parceria e ativam ao cotidiano, visitas in loco para a apreciação das instalações pertencentes a esses locais.

O secretário do Setec explicitou que o MEC de maneira generalista, executando as funções propostas ao seu desempenho, realiza a observação das escolas que constituem o Pronatec, pertencendo tanto ao âmbito privado quando federal. Argumentou também, que existe um processo sucessivo e metódico de inspeção das dedicações privativas. 

Concernente às opiniões referenciadas pelo ministério, desde o momento que implicaram ao contexto associado os programas instituídos nas unidades discutidas nenhuma delas foi desfavorecida e desacreditada por deixar a desejar as ordens de requisito pedagógico ou estruturais para a efetivação de cursos unificados ao Pronatec. 

Por Lorena de Oliveira

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