UFRN abrirá novos cursos no interior do Rio Grande do Norte



Sabe-se que nos últimos tempos a busca pelo ensino superior vem aumentando, tendo em vista a necessidade de maior qualificação para concorrer a vagas no mercado de trabalho com melhores salários, e para acompanhar esse desenvolvimento as universidades devem dispor de mais vagas tendo em vista o aumento da demanda e, por conseguinte, a concorrência.

Para tanto, no Rio Grande do Norte não seria diferente, pois a UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), que segundo o MEC é considerada a melhor do nordeste, vem buscando sempre aumentar suas oportunidades e gerar desenvolvimento para o estado, e a boa notícia é que deve ampliar a estrutura no interior do estado conforme ordena o plano diretor que foi aprovado no final de agosto. Este define as diretrizes para o crescimento da estrutura física, e criar novos cursos de graduação e pós-graduação, além de mestrado buscando incentivar mais a pesquisa e extensão para o campus de Caicó, como também a criação de novos cursos de Gastronomia e Música que serão oferecidos no campus de Currais Novos, todavia ainda aguarda a avaliação do MEC.



O foco é  a inclusão, gerando mais opções para os  ingresso, de modo a melhorar em vários aspectos o ensino, pois amplia as possiblidades da população que reside no interior, com a criação de mais cursos, os alunos não necessitam se deslocar, mudar-se de sua cidade para a capital para ter oportunidade de estudar, e isso  traz uma maior valorização às regiões, criando mais profissionais gerando desenvolvimento no interior do estado, além do que não deixa de ser uma forma de incentivar aquele aluno que estudou e que alcançou sua formação em sua terra natal tenha vontade de permanecer, de fazer sua carreira por lá.

Segundo Ana Aires, Diretora do Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES), “fazer a administração Central entender que o interior necessita de um olhar diferenciado precisou de muito suor. Não se muda uma coisa de 40 anos em apenas 3, mas estamos trabalhando. Defendemos uma política de interiorização com foco mais inclusivo, mais democrático. Chega de só desenvolver capital. As pessoas precisam ficar no interior, e ficar com prazer”.



Por Lorena Deyse da Cruz Nunes

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